Após atravessar para o universo de Warhammer, Qin Mo percebeu que adquirira certas habilidades especiais. Por exemplo, era capaz de conjurar relâmpagos e chamas do nada. Por exemplo, sua mente estava
Mundo da Colmeia Um de Tailong.
Nas profundezas do maior e mais antigo complexo de colmeias deste mundo, conhecido como a Colmeia Inferior, uma guerra estava em curso.
Diante do único corredor que ligava a Colmeia Inferior à Subcolmeia, as forças de defesa planetária haviam estabelecido uma linha defensiva. Era ali que o 44º Regimento de Infantaria, sob o comando do Coronel Buhr, mantinha sua posição.
— Seus vermes inúteis, as tropas à nossa frente estão lutando ferozmente contra a seita dos Evolucionistas, enquanto vocês se entregam à preguiça! — bramia Buhr, sua voz ecoando pela trincheira.
— Quero esses pontos de suprimento e fortificações prontos imediatamente, ou provarão o açoite! Rápido, rápido, rápido! Não temos tempo a perder!
Sob os repetidos rugidos furiosos do coronel, os soldados do regimento repousavam em trincheiras esculpidas no frio chão metálico — comiam ou se deitavam para descansar. Nenhum soldado ousava desafiar as ordens do oficial, mas, na verdade, os alvos das reprimendas de Buhr não eram seus soldados, e sim outro grupo.
Aqueles que trabalhavam freneticamente na linha de frente não eram engenheiros de combate, mas prisioneiros.
Esses prisioneiros, trajando andrajos e exaustos até a medula, laboravam entorpecidos sob os gritos, vertendo concreto nas fortificações ou transportando caixas de suprimentos.
Qin Mo era um deles.
Sua camisa, desgastada pelo trabalho incessante, já não passava de tiras de tecido, deixando à mostra as estranhas marcas negras que cobriam seu torso. Embora parecessem tatu