Lin Enjing, que entrou na melhor universidade do país saindo de uma família pobre que preferia meninos a meninas, e que, graças à própria astúcia e esforço, reverteu completamente o destino e, no fim,
Você soube? O reality de namoro juvenil que se proclama o de maior nível acadêmico de todos os tempos, do prédio ao lado, enfim vai estrear!
Sério? Não se envergonham de inflar tanto o próprio discurso?
Na sinopse de divulgação está escrito que reúne rapazes e moças das melhores universidades do mundo...
Pff... do mundo inteiro, mesmo? Não me faça rir. Não devem estar chamando alguns figurões de faculdades duvidosas só para enfeitar a vitrine?
Ao meio-dia, as buscas em destaque no grande portal de notícias já tinham disparado: “O Estalido do Coração: A Estação do Ar”, estreia esta noite, e “O mais forte reality romântico de altíssimo nível acadêmico, reunindo a nata dos talentos”, ambas no topo.
O que mais chamava atenção era justamente a expressão “mais forte nível acadêmico”, que acendeu um debate fervoroso.
Todos queriam saber como a produção ousava lançar mão de um slogan daqueles.
Se fosse propaganda enganosa, certamente atrairia incontáveis chacotas e desprezo.
“O Estalido do Coração: A Estação do Ar” já era um programa de namoro tradicional desenvolvido pela Televisão Limão, com cinco temporadas estáveis no ar e boa reputação e audiência, o que por si só já lhe garantia atenção.
Além disso, naquele ano a Televisão Limão havia sido adquirida pela mais poderosa empresa de mídia da China, a Entretenimento Celestial. A direção fora substituída por uma equipe que estudara com afinco o formato original da Coreia e adotara o padrão de seleção mais sofisticado de sua história.
Todos os participantes vinham de uni