Eu, com debuffs aleatórios, caí em um campo de batalha amoroso

Eu, com debuffs aleatórios, caí em um campo de batalha amoroso

Autor: Cascata
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[Concluído] [Pré-venda recomendada de “A Pequena Água-viva e suas Aventuras no Fundo do Mar” e “Comendo Fofoquinhas ao Vivo em Toda a Galáxia” — as sinopses estão no final] Depois da 233ª derrota ao

Capítulo Um

A visão de Mizushima Kawayan escureceu de repente.

Ele havia entrado no jogo.

Era um jogo holográfico de mundo aberto, extremamente livre, com uma ênfase especial na aleatoriedade; os NPCs possuíam pensamentos próprios e havia inúmeras missões principais e secundárias. Os jogadores podiam criar personagens dentro de certos limites, moldando suas características e controlando-os para fazer o que quisessem. Por isso, desde o lançamento, a popularidade do jogo permaneceu altíssima. Naturalmente, Mizushima Kawayan era um dos jogadores viciados.

Só que ele era o típico caso: ruim, mas apaixonado pelo jogo.

Quando um personagem criado morria, era destruído, sem possibilidade de recomeço. Kawayan já havia lido inúmeros tutoriais, iniciado incontáveis partidas, e... falhou em todas.

Desde que comprou o jogo, parecia já ter fracassado 233 vezes.

Mizushima Kawayan sentia-se digno do título de “Deus do Azar”: dessas 233 tentativas, não faltavam mortes absurdas. Com tantas derrotas, aquele jogo relaxante virava quase uma tarefa, e ele parecia eternamente preso no tutorial de iniciante.

Então, alguns minutos atrás, ele desistiu.

Ignorou os tutoriais, criou um personagem de qualquer jeito, afinal, podia entrar no jogo para brincar independentemente do resultado.

Distribuição dos pontos de atributo? Aleatória!

Aleatória!

Terminou de criar o personagem e entrou no jogo!

Nem chegou a olhar seu painel para ver como ficou; assim que apareceu a tela de carregamento familiar, sua visão tornou-se completamente negra.

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