“Ei, tem alguém aí? Vou chamar a polícia! Tem gente aqui sequestrando homem à força.” Uma bandida de beleza deslumbrante e habilidades marciais excepcionais insistiu em arrastar o recém-transmigado
Senhor, acorde depressa. As moças já chegaram.
A voz suave arrancou Vang Han do torpor da ressaca.
Hum?
Será que, nas casas de entretenimento de hoje em dia, a diversão tinha ficado tão antiquada assim?
Até tratamento de senhor eles arranjaram.
Moças? Não seria melhor chamar de modelos jovens?
Ainda meio atordoado, Vang Han abriu os olhos e viu diante de si um rosto delicado e ainda juvenil, com um gorro de pajem na cabeça.
A roupa era de pano grosso, com vários remendos e já desbotada de tantas lavagens.
— Você é...
— Senhor, sou Iun Tong. O senhor ainda não recobrou os sentidos?
Com os olhos vermelhos, Iun Tong engasgou-se:
— Ontem à noite, eu o chamei o tempo todo e o senhor não acordava. Eu... eu já pensava que o senhor tivesse morrido.
— Senhor, o senhor acabou de passar nos exames e não pode perder a vida assim.
Ora, veja só.
Vang Han soltou um sorriso frio. O moleque estava representando muito bem.
Não seria algum estudante de escola de cinema fazendo bico para ganhar a vida?
Ele se sentou e examinou o ambiente ao redor.
A mobília era simples e de estilo antigo; até mesmo sobre a escrivaninha no centro do aposento havia uma pilha de livros antigos.
— Iun Tong, se não me engano a casa de prazeres da Montanha Branca não tinha tantos enfeites novos assim. Mudaram tudo de lugar durante a noite?
— Senhor, o que o senhor quer dizer com casa de prazeres da Montanha Branca?
Vang Han já ia ironizar mais um pouco quando, de repente, uma onda de lembranças