[Leitura de pensamentos da família + queridinha do clã + bebê adorável] Jiujiu, que andava bisbilhotando um romance novelesco sobre o fortalecimento do clã, acabou, por acidente, entrando em um livro
“Senhora, não pode chorar mais; cuide para não estragar os olhos.”
“Olhe a pequena senhora. Nossa senhorinha é realmente linda, parece um anjinho de jade sob o trono da Deusa da Misericórdia! Em tantos anos de vida, esta serva jamais viu uma menininha tão adorável.”
Qiu Yue ergueu a criança adormecida e a aproximou de Yun Jinglan, apenas esperando que, por causa da filha, ela também cuidasse do próprio corpo.
A menininha adormecida, envolta em faixas, era roliça, de pele alva como a neve; no alto da cabeça, uma massa espessa de cabelos finos e negros caía macia. Era tão fofinha que parecia mais encantadora do que as bonecas dos desenhos de Ano-Novo.
Jiújiú achou o barulho incômodo. O choro fino da mulher ao lado também a deixou um pouco triste; deu-lhe até vontade de usar a pequena cauda para acariciá-la e mandá-la parar de chorar!
Mas...
Espera. Onde estava a sua caudinha?
Jiújiú despertou de súbito e se viu de frente para um par de olhos aflitos. Pelo reflexo naqueles olhos... ela parecia ser humana!
Meu céu, Jiújiú, a pequena carpa da sorte, acordou e virou gente!
Ainda atordoada com a própria transformação, Jiújiú já foi parar em outro colo.
Yun Jinglan, que chorava sem parar, ao abraçá-la sentiu o coração amolecer por completo; desejou oferecer à filha tudo o que havia de melhor no mundo, e nem se lembrava mais das lágrimas.
Com o rosto molhado, ela tocou de leve a bochecha fofinha da filha, e a ternura estampada em seu semblante quase transbordava.
“Minha filha, minha pobre filha! Como ele pode